Yummy mummies, caecilians on the EDGE, and the gigantic Minhocão: 'The Secret World of Naked Snakes', part II [Tetrapod Zoology]

Meredith-Tet-Zoo-slide-Dec-2009.jpg

More thoughts on the ZSL meeting 'The Secret World of Naked Snakes', held on Monday 7th December. In the previous article I discussed Mark Wilkinson and David Gower's presentations [for relevance of pic used above, read on].

Siphonops_parental_care_Wilkinson-et-al-Biol-Lett-2008-Dec-2009.jpg

Alexander Kupfer was up next, and provided an excellent overview of reproductive diversity, viviparity and parental care in caecilians (his talk was titled 'Yummy mummy: skin feeding and caecilian reproductive biology') [images above, from Wilkinson et al. (2008), show mother Siphonops annulatus looking after, and feeding, babies]. Caecilians exhibit five different reproductive modes, which is good for a group that only contains 180 species (anurans exhibit over 40 different reproductive modes, but remember that (as of this month) there are over 5830 anuran species). Maternal investment in huge in caecilians: some oviparous species lay their eggs over a period of three days and produce eggs that can be 10 mm wide (almost as wide as the mother's body). In viviparous species, embryogenesis is completed in the oviducts and the foetuses then feed on secretions from the oviduct lining. In at least some species, the juveniles also imbibe some sort of cloacal secretion that the mother releases (Wilkinson et al. 2008).

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Teorias dos Sistemas - Diferenciação do self e triangulo

Diferenciação do self (M. Bowen, 1960)Refere-se à capacidade de uma pessoa de separar seu funcionamento intelectual e emocional do de sua família. Indivíduos com "baixa diferenciação" são mais propensos a se tornarem fundidos às emoções familiares predominantes. Estas pessoas dependem da aprovação e aceitação de outros. Ou eles se conformam a outros, para apaziguá-los, ou tentam forçar os outros a conformarem-se com eles. Estas pessoas são mais vulneráveis ao estresse e tem maiores dificuldades para se ajustar a mudanças de vida.Ego familiar comumConjunto de constelações, atitudes, sentimentos, valores e crenças que representam um sistema emocional familiar.Projeção familiarO problema vivido por ambos os pais é transmitido a um ou vários filhos.TriânguloSe há tensão entre duas pessoas membros de um sistema é triangular a uma terceira pessoa para reduzir a tensão no meio do sistema.Na Teoria dos Sistemas Familiares, quando duas pessoas têm problemas, uma ou ambas vão "triangulizar" em um terceiro membro. Ao mudar o foco da ansiedade para um terceiro membro, fica mais fácil lidar com ela. Em um triângulo, dois estão por dentro do problema e um está por fora. Por exemplo, ao invés de falar com o marido sobre frustrações que está a sentir, uma mãe passa a se preocupar com o filho. A ansiedade é diminuída ao se ignorar sua fonte (o relacionamento com o marido): o marido está por fora e mãe e filho dentro do triângulo.Outro exemplo é quando o marido, frustrado com sua mulher, passa muito tempo no trabalho, excluindo sua esposa do triângulo e formando uma parceria com o trabalho.Mesmo que a ansiedade seja reduzida, nenhum dos casos está a resolver a fonte de sua ansiedade.Triângulos geralmente têm 2 indivíduos ou entidades em conflito e outra não envolvida. Quando a tensão está baixa, a relação entre os dois primeiros indivíduos é desejável. Nos triângulos, um estranho ao relacionamento é trazido para dentro do conflito, numa tentativa de diminuir ou evitar a situação ansiogênica ou numa tentativa de arrumar um parceiro contra o outro indivíduo. Os dois indivíduos em conflito podem ativamente excluir o terceiro quando o relacionamento melhora, provocando sentimentos de rejeição ao estranho trazido ao conflito.Como numa dança das cadeiras, as posições não são fixas. Se tensão desenvolve entre duas pessoas dentro do triângulo, a mais desconfortável delas vai se mover para mais perto do estranho. A outra pessoa que estava dentro do conflito torna-se então "o estranho". Presumivelmente, o novo "estranho" faz o possível para voltar em uma posição de intimidade com os de dentro do triângulo.Em conflitos de altos níveis de tensão, a posição de estranho é a mais desejada. Se os de dentro estão em sério conflito, uma pessoa pode optar por exercer a posição de "estranho" ao trazer o "estranho" atual para dentro do triângulo, fazendo-o brigar com o outro vértice. Se esta manobra for bem executada, a pessoa ganha uma posição confortável ao ver as outras duas brigando. Quando a tensão acaba, o "estranho" tenta retomar sua posição dentro do triângulo.SelfPermite que uma pessoa se auto-referencie individualmente, que distinga sujeito de objectoPor exemplo no casamento os indivíduos procuram parceiros geralmente com a mesma diferenciação do self.Pacientes psicóticos têm pouca diferenciação do self, devido a triângulos (pais passam aos filhos seus problemas). Neste tipo de problemas os aspecto emocional é maior que o racional. Isso acontece mais com casais com pouca diferenciação do self. Em geral pais passam mais para um filho do que para vários e isso permite que os outros atinjam uma melhor diferenciação do self. A toxicodependência também está implicada em problemas de diferenciação do self.Referências:Bohlander, J. (1995). Differentiation of Self: An Examination of the Concept Issues in Mental Health Nursing, 16 (2), 165-184 DOI: 10.3109/01612849509006932Klever, P. (2009). Goal Direction and Effectiveness, Emotional Maturity, and Nuclear Family Functioning Journal of Marital and Family Therapy, 35 (3), 308-324 DOI: 10.1111/j.1752-0606.2009.00120.xTriangulation - Systemic And Structural Family TheoriesFoto: http://nossasbrincadeiras3b.zip.net/images/danca_das_cadeiras.JPG...

Bohlander, J. (1995) Differentiation of Self: An Examination of the Concept. Issues in Mental Health Nursing, 16(2), 165-184. DOI: 10.3109/01612849509006932  Differentiation of Self: An Examination of the Concept

Klever, P. (2009) Goal Direction and Effectiveness, Emotional Maturity, and Nuclear Family Functioning. Journal of Marital and Family Therapy, 35(3), 308-324. DOI: 10.1111/j.1752-0606.2009.00120.x  Goal Direction and Effectiveness, Emotional Maturity, and Nuclear Family Functioning


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Secret of mushroom shape revealed

Scientists have worked out just what a perfectly designed mushroom would look like.

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Seal pups stranded off Manx coast

After the recent stormy weather the MSPCA in the Isle of Man sees an increase in stranded grey seal pups.

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Research Assistant for IIASA POP (World Population Program)

The International Institute for Applied Systems Analysis is recruiting a Research Assistant for our POP (World Population) program. Details about this job opening can be found on our web site at

http://www.iiasa.ac.at/Admin/PE/Jobs/2009-19-POP%20RA.html

Please be so kind as to forward this information to interested parties in order to assist us in soliciting suitable applications.

Should you have any questions with regards to this vacancy, please do not hesitate to contact me.

Best regards

Alia HARRISON
IIASA
Human Resources Department
International Institute for Applied Systems Analysis
A-2361 Laxenburg, Austria
E-Mail: harrison@iiasa.ac.at
Phone : +43 2236 807-286
Fax : +43 2236 71313

Job Duration: 
Contract
Level of Education: 
Master's

Monkey calls give language clues

Campbell's monkeys may help shed light on the origins of human language, scientists report.

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Maxine: Consortium to address author ambiguity

Maxine
Consortium to address author ambiguity - http://blogs.nature.com/nautilu...
Mr. Gunn, Jan Aerts, Pierre Lindenbaum and 4 other people liked this
That's great - a bit worried about the lack of funders on the list though...NSF/NIH, RCUK, MPG, DFG etc? - Cameron Neylon

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فوهتا ماسيار المجسمتان



تقترن العديد من السدم والعناقيد النجمية في سماء الأرض باسم الفلكي تشارلز ماسيار (Charles Messier) ،وهذا من تصنيفه الشهير المنشور في القرن 18 ميلادي. وقد أُعطي اسمه أيضا لهاتين الفوهتين الكبيرتين على سطح القمر. بارزتان في الظلام وهما تتوسطان منطقة ملساء من السطح القمري تعرف باسم بحر الخصوبة، أبعاد الفوهتين ماسيار (اليسار) وماسيار أ هي 15 على 8 و 16 على 11 كيلومترا على التوالي. سبب أشكالها المتطاولة راجع لكون زاوية التصادم الذي شكل الفوهتين صغيرة جدا. اتجاه الجسم المرتطم كان على ما يبدو من يسار إلى يمين الصورة، وهو ما تسبب أيضا في رسم شعاعين لامعين على السطح إلى يمين الصورة. أفضل طريقة لرؤية هذه الصورة هي عبر نظارات حمراء وزرقاء (الأحمر للعين اليسرى). الصورة ناتجة عن دمج لمسحين عاليي الدقة تم التقاطهما خلال مهمة أبولو 11 إلى القمر.

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Teorias da Comunicação - Double bind

(Mental Research Institute, Palo Alto)Axiomas da pragmática da comunicação humana• Não se pode não comunicar• Toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto de comunicação tais que o segundo classifica e o primeiro é portanto uma metacomunicaçãoMetacomunicação: comunicação que indica como a informação verbal deve ser interpretada; estímulos ao redor da comunicação verbal que também possuem significado• A natureza de uma relação está na contingência da pontuação das sequências comunicacionais entre os comunicantes• Os indivíduos comunicam-se digital e analogicamente. A linguagem digital é uma sintaxe lógica sumamente complexa e poderosa, mas carente de adequada semânitca no campo das relações, ao passo que a linguagem analógica possui a semântica mas não tem uma sintaxe adequada para a definição não ambígua da natureza das relações• Todas as permutas comunicacionais são simétricas ou complementares, segundo se baseiam na igualdade ou na diferençaLinguagem analógica – linguagem não verbal“Double bind”Paradoxos pragmáticos – G. Bateson et al., 1956Forte reação complementar Instrução que tem que ser obedecida e desobedecida para que seja obedecidaImpossibilidade de auto-comunicarEx: pai fala “Não seja tão obediente”. O filho pode obedecer desobedecendo ou ser obediente contrariando o pai. É um paradoxo pragmático. Todos estamos sujeitos a double blind (governo versus cidadãos, etc).É possível que esquizofrênicos apresentam maior dificuldade em metacomunicar e fiquem mais presos aos double blind.A diferença entre a relação terapêutica e patológica é que a primeira possibilita que o indivíduo metacomunique.Um double bind é um dilema em comunicação no qual um indivíduo (ou grupo) receve duas ou mais mensagens conflitantes, com uma a negar a outra. Isso cria uma situação na qual a resposta necessária a uma resposta resulta em falha a responder a outra, deixando o indivíduo a errar, seja qual for sua resposta. A natureza do double bin é que a pessoa não pode confrontar o dilema inerente e fica impossibilitada de comentar tanto de comentar, resolver ou sair do conflito.Um double bind geralmente inclui diferentes níveis de abstração em ordem de messagens e estas podem ser passadas em voz alta ou pelo tom de voz ou linguagem corporal. Tipicamente a demanda é imposta sobre a vítima por alguém de respeito na relação (um dos pais, um professor, o médico) mas esta demanda é impossível de ser cumprida, já que um contexto maior a proíbe. Um exemplo: quando uma pessoa de autoridade impõe duas condições contraditórias mas existe uma regra não falada de que autoridade nunca deve ser questionada.Bateson e col definiram o double bind como:Uma situação que envolve duas ou mais pessoas, uma das quais (para propósitos de definição) é designada "vítima". Os demais são pessoas que podem ser consideradas superiores da vítima: figuras de autoridade, os quais a vítima respeita.Experiência repetida: o double bind é um tema recorrente na experiência da vítima, e como tal, não pode ser resolvido como uma única experiência traumática.Um "comando primário" (primary injunction) é imposto à vítima por outros sob uma das duas formas:Faça X ou vou puní-loNão faça X, ou vou puní-lo(ou ambos - 1 e 2) A punição é assumida como sendo ou a retirada do amor, a expressão de ódio e raiva ou o abandono, resultando da expressão de falta de ajuda da figura de autoridade.Um "comando secundário" (secondary injunction) é imposto à vítimia, que entra em conflito com o primeiro em um nível mais alto e mais abstrato. Por exemplo: "Você não deve fazer X, mas somente faça se você realmente quiser". Não é necessário que este comando seja expresso verbalmente.Se necessário, um "comando terciário" (tertiary injunction) é imposto à vítima, para prevenir que ela escape do dilema.Por fim, Bateson relata que a completa lista de requerimentos pode não ser necessária quando a vítima já vê seu mundo em padrões de double bind. As características de tal relacionamento são:Quando a vítima está envolvida em um intenso relacionamento, isto é, um relacionamento o qual ela sente que é de importância vital que ela discrimine de forma acurada que tipo de mensagem está a ser comunicada para que responda apropriadamenteE a vítima se vê numa situação na qual a outra pessoa no relacionamento está a expressar duas ordens de mensagens, uma das quais nega a outra;E a vítima é incapaz de comentar as mensagens que estão sendo expressas para corrigir seu entendimento de qual mensagem responder; isto é, ela não pode fazer uma afirmação metacomunicativo.Para que um double bind seja efetivo, a vítima não deve ser capaz de confrontá-lo ou resolver o conflito entre a demanda exigida pelo comando primário e o comando secundário. Desta forma, o double bind se diferencia de uma simples contradição para um conflito interno mais inexpressível, no qual a vítima realmente quer cumprir a demanda do comando primário, mas falha todas as vezes por uma inabilidade de avaliar a imcompatibilidade da situação com as demandas do comando secundário. Assim, a vítima pode expressar sentimentos de extrema ansiedade nesta situação.Conflitos em comunicação são comuns e constantemente nós perguntamos "O que você quis dizer?" ou buscamos clarificação de outra forma. Isto é chamado de metacomunicação ou comunicação a cerca da comunicação. Exemplos clássicos:Uma mãe que diz a seu filho que o ama, enquanto vira seu corpo ou rosto para o outro lado, com nojo. As palavras são socialmente aceitáveis, mas a linguagem corporal está em conflito. Crianças pequenas têm dificuldades em articular contradições verbalmente e não podem ignorá-las ou abandonar o relacionamento com a mãe.Outro exemplo é o comando "seja espontâneo". O próprio comando contradiz espontaneidade, mas ele só se torna um double bind quando um não pode o ignorar ou comentar a contradição.Bateson também descreve double binds positivos: no Zen Budismo, no caminho para o crescimento espiritual e o uso terapêutico de double binds por psiquiatras, quando confrontam seus pacientes com contradições presentes em suas vidas, para ajudá-los a sair desta situação.EsquizofreniaNo caso específico da esquizofrenia, muitos pensam que Bateson propôs que double binds podem causar esquizofrenia. Uma leitura apropriada de seus textos, elucida que:seus achados indicam que emaranhados na comunicação geralmente diagnosticados como esquizofrenia não resultam necessariamente de uma disfunção cerebral orgânica. Eles encontraram que double binds destrutivos são padrões de comunicação frequentes entre familiares de pacientes e propuseram que padrões perpétuos de double binds poderiam levar a padrões confusos de pensamento e comunicação.Uma disfunção na programação cerebral, isto é, o aprendizado de um padrão disfuncional de pensar e a criação uma situação na qual a vítima não pode comentar ou realizar um comentário de metacomunicação sobre seu dilema poderia (em teoria) escalar a ansiedade e potencialmente causar uma crise.Uma solução para o double bind consiste em colocar o dilema em um contexto ainda maior, através do aprendizado. Entretanto, no caso da esquizofrenia, o double bind é presente continuadamente e dentro do contexto familiar. Quando a criança está madura o suficiente para identificá-lo, este já foi internalizado e a criança fica impossibilitada de confrontá-lo.A solução seria um escape, em um mundo ou sistema delirante.Exemplos de frases double bind:A mãe diz a seu filho: "você deve me amar" - amor deve ser espontâneo.Frase Zen: "Seja genuíno" e "Quem é você?" - quanto mais o estudante tenta apresentar seu verdadeiro self, mais falso soa."Você deve ser livre" - liberdade implica espontaneidade.A mãe diz ao filho -  "mostre aos seus primos como você brinca" - brincadeira deve ser espontâneo.Mãe diz ao filho: "deixe sua irmã em paz!" quando o filho sabe que a irmã vai antagonizá-lo para que ele seja punido.Referências:...

Visser, M. (2003) Gregory Bateson on deutero-learning and double bind: A brief conceptual history. Journal of the History of the Behavioral Sciences, 39(3), 269-278. DOI: 10.1002/jhbs.10112  Gregory Bateson on deutero-learning and double bind: A brief conceptual history

Arden M. (1984) Infinite sets and double binds. The International journal of psycho-analysis, 443-52. PMID: 6544755   Infinite sets and double binds.


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El sistema de protosintaxis en comunicación animal más complejo conocido hasta la fecha.

Un equipo internacional de investigadores dirigidos por Klaus Zuberbühler de la Universidad Saint Andrews (Reino Unido) afirma en los Proceedings of the National Academy of Sciences que los monos de Campbell (Cercopithecus campbelli) poseen una forma primitiva de sintaxis. Se suponía que la sintaxis era algo exclusivamente humano. Los monos de Campbell estudiados viven en los bosques del Parque Nacional Tai en Costa de Marfil. Los machos adultos tienen seis tipos de gritos, cada uno con un significado específico, pero pueden unir dos o más de ellos para crear un mensaje con un significado distinto. Los investigadores han pasado meses grabando y estudiando las comunicaciones entre los monos y sus respuestas a estímulos naturales y artificiales, hasta llegar a esta propuesta: tienen una sintaxis. Esta afirmación va a ser polémica. Por una parte porque la sintaxis, un elemento básico en la estructura de una lengua, parece ser una facultad exclusivamente humana. Así, los intentos realizados con primates más próximos a los humanos, como los chimpancés, para que combinen en una estructura más compleja, con mayor significado, los sonidos aprendidos no han tenido éxito. Por otro, los gibones y las ballenas realizan vocalizaciones complejas en las que el orden de los sonidos parece que tiene un efecto sobre el significado, aunque no se sabe cual. Los investigadores no sólo hablan de la existencia de una sintaxis, también dan un vocabulario y una gramática básicos. “Crac”: “¡Leopardo!”, grito que alerta de la presencia de leopardos en las proximidades. Los monos lo emiten en presencia de leopardos reales, de muñecos y al oír rugidos de leopardo. “Joc”: “¡Águila!”, grito que alerta de la presencia de un águila coronada. “Crac-ú”: “¡Cuidado!”, grito que alerta de la presencia de un depredador que se oye pero no se tiene localizado, no está a la vista. También se emite en respuesta a los gritos de los monos Diana, otra especie que vive en los mismos bosques. “Bum-bum”: “¡Venid!”, grito que invita a otros monos a acercarse al macho que lo emite. Sin embargo una combinación de los anteriores indica algo totalmente diferente, así: “Bum-bum cracú cracú cracú”: “¡Árbol va!”, advierte de la caída de árboles. Hay todavía otra variación. En el grito para “¡árbol va!”, la inserción de hasta siete “jocú”, indica la presencia de otros grupos de monos y se oye cuando los monos están en los límites de su territorio. El significado de los gritos de los monos se descifró por primera vez en el mono vervet, que tiene distintos gritos para cada uno de los tres depredadores principales: el águila marcial, los leopardos y las serpientes. Pero los vervet no combinan sus gritos de alarma para generar nuevos significados. Si las conclusiones del equipo de Zuberbühler son correctas, los monos Campbell pueden tanto variar el significado de gritos específicos añadiendo sufijos (crac -> cracú) como combinarlos para generar un significado diferente. Este podría ser el sistema de protosintaxis en comunicación animal más complejo conocido hasta la fecha. Referencia: Ouattara, K., Lemasson, A., & Zuberbuhler, K. (2009). Campbell's monkeys concatenate vocalizations into context-specific call sequences Proceedings of the National Academy of Sciences DOI: 10.1073/pnas.0908118106...

Ouattara, K., Lemasson, A., & Zuberbuhler, K. (2009) Campbell's monkeys concatenate vocalizations into context-specific call sequences. Proceedings of the National Academy of Sciences. DOI: 10.1073/pnas.0908118106  Campbell's monkeys concatenate vocalizations into context-specific call sequences


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The Colors of IC 1795

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